
Esta semente,
que eu carreguei comigo 42 semanas, exactas,
está a 7 dias de fazer 2 anos...
e eu...
eu estou a pontos de desatar a chorar!
CREDO, como o tempo voa...




" I must become a lion hearted girl
Ready for a fight
Before I make the final sacrifice"




Sometimes I feel like throwing my hands up in the air
I know I can count on you
Sometimes I feel like saying "Lord I just don't care"
But you've got the love I need To see me through
Sometimes it seems that the going is just too rough
And things go wrong no matter what I do
Now and then it seems that life is just too much
But you've got the love I need to see me through
When food is gone you are my daily meal
When friends are gone I know my savior's love is real
You Know it's real
You got the love

Eu não sou uma pessoa pontual. Mas detesto atrasos e detesto esperar! É um contra-senso, bem sei! Bem-vindos ao meu mundo dos 8 ou 80’as!



No passado Domingo festejou-se o “dia da Liberdade”, neste Sábado festejaremos o “dia do Trabalhador” e neste Domingo resta-nos o “dia da Mãe”. Curiosa esta proximidade de datas, que assinalam estas três grandes “celebrações”, em muito paradoxais, mas em tudo tão intrinsecamente relacionadas. Não fosse o fim da ditadura, e a caducidade dos valores morais Salazaristas, e a mulher continuaria a fazer da cozinha o seu lugar mais frequentado, da família o seu único valor e da devoção a filhos e a marido a sua crença maior, apenas disputado pelo seu amor a “Fátima”. Não fosse a queda do regime ditatorial em Portugal e o dia do Trabalhador não poderia ser celebrado, sendo que foi proibida e reprimida durante o Estado Novo qualquer manifestação pública ou comemoração deste dia. O 1º de Maio traz também a chegada do “carrapato” e em regiões como a de que eu sou oriunda, não há casa de bem que não coloque “Maias”, as flores das giestas, em tudo o que é porta ou janela ou entrada de ar na casa! Para afastar o “carrapato”, dizem as gentes!





Vou falar-vos hoje do início do blogue, de quando eu escrevia e quase ninguém lia, a não ser a minha fiel amiga Su, Sancho Pança das minhas aventuras Quixotescas, aquela que assina sempre como anónimo, que até hoje ainda não percebi bem porquê... ou até percebo, porque apesar de ela ser linda que dói, não gosta de se exibir, o feitio dela é mesmo assim, discreta e amiga, que só ela! 

